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quinta-feira, 30 de setembro de 2010

BRAÇOS EMPENADOS E TENSORES

Guitarras mais modernas, com 24 casas, tipo Jackson e Ibanez, têm um braço "fino" e, como qualquer guitarra, sofrem muito a influência da temperatura, sobretudo aqui no Brasil, onde, num só dia, faz calor e frio, faz sol e chove, as guitarras demoram um tempo para se estabilizarem. O braço da guitarra é uma espécie de termômetro; basta uma mudança de temperatura, para ele também se alterar. E não existe nada mais frustrante e desagradável do que um braço "empenado". Portanto, aqui vão algumas dicas para saber se o braço de sua guitarra está ou não empenado.

Alinhe a guitarra de modo que se possa vê-la numa linha reta, podendo-se notar uma curva, para frente ou para trás, o braço está "empenado". Um outro detalhe: se um lado estiver mais empenado que o outro, o braço está "torcido"! Um grave problema. Outra forma usada consiste em pressionar, ao mesmo tempo, a primeira e a última casa do braço da guitarra .Olhando para o centro do braço, se a corda estiver alta, o braço está empenado.

Corrigir esse problema até que é simples, mas deve-se tomar cuidados importantissimos!! Por isso é importante conhecer bem o instrumento, para que outros problemas sejam evitados. Por exemplo, se o tensor já foi por demais utilizado - porque também ele tem um limite - está mais do que na hora de trocá-lo ou comprar outro braço. (Traumatico não??)

O "Tensor" é uma espécie de barra de ferro que, localizando-se no interior do braço da guitarra, mais especificamente entre a escala e a parte de trás do braço, tem a função de tensioná-lo. A ponta do tensor (bucha) geralmente fica no "head stock" da guitarra, mas em algumas delas, pode localizar-se no começo do braço. Nesse caso, é preciso tirar o braço, para que se possa regular. Apertando (sentido horário) corrige-se a "empenada" para frente, enquanto que ao soltar está se corrigindo a "empenada" para trás. A "empenada" para frente dá aquela sensação que as cordas estão muito altas, a "empenada" para trás faz com que a guitarra "trasteje" muito (aquele som de lata). É importante checar se esse problema existe, pois se o braço estiver "empenado" ou "torcido" e assim permanecer por muito tempo, será difícil consertá-lo, porque ele poderá se estabilizar nessa situação.

Um outro cuidado básico é como guardar a guitarra com a frente dela sempre voltada para a parede ou para o chão- pois assim você não se estará colocando mais pressão além das cordas sobre o braço. Como já foi dito, guitarristas técnicos gostam das cordas "coladas" no braço, isto é, bem próximas a ele, mas reclamam que "trastejam" demais. É impossível uma ação de corda baixa sem "trastejo", mas ao meu ver, mesmo "trastejando", contanto que as notas não sejam "engolidas", não há motivo para se preocupar, procure sempre um bom "luthier"(pessoas especializadas em regulagens de instrumentos) para cuidar desse assunto.

Um abraço espero te ajudado!!

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

O Pianista virtuoso! HANON


O Pianista Virtuoso (Le virtuose do piano) por Charles-Louis Hanon, é uma compilação de sessenta exercícios para treinar o pianista na velocidade, precisão, agilidade e força de todos os dedos e flexibilidade nos pulsos.  Primeiro publicado em Boulogne, em 1873, O Pianista Virtuoso é conhecida obra mais bem Hanon, e ainda é amplamente utilizada por instrutores e alunos de piano.  No entanto, a aplicabilidade desses exercícios do século XIX, tem sido questionada por alguns por alguns instrutores piano hoje.

Os exercícios tratam problemas comuns que podem prejudicar as capacidades de desempenho de um estudante. Estes incluem "passagem do polegar, o" fortalecimento do quarto e quinto dedos, e quádruplos e triplos trinados.Os exercícios são feitos para serem dominados individualmente e depois jogou consecutivamente nas seções que são colocados dentro Além de aumentar a capacidade técnica do aluno, quando tocava em grupos com velocidades mais altas, os exercícios também ajudam a aumentar a resistência. . Os exercícios são divididos em três partes.
A primeira parte : composto por exercícios de 1-20, é rotulado de "exercícios preparatórios." Estes também são os exercícios mais famosos

A segunda parte : composto por exercícios de 21-43, é rotulado de "mais exercícios para o desenvolvimento de uma técnica virtuosa". Esta seção mais difícil é para ser jogado depois o pianista foi totalmente dominado Parte 1. Parte 2 inclui escalas e arpejos.

A terceira parte : composta de exercícios de 44-60, é rotulado de "exercícios virtuoso para dominar as maiores dificuldades técnicas. Uma vez que esta secção é consideravelmente mais difícil, Hanon recomenda o domínio de ambas as partes anteriores antes de prosseguir com este. Esta parte inclui as notas repetidas e repetidas notas duplas, as escalas em terças e oitavas, vibrações, e muito mais. Após todas as três partes são dominados, Hanon recomenda que todos os exercícios sejam reproduzidos através diária para manter a técnica.

Muitos professores criticam a pratica desses exercícios ou são contra. A crítica mais comum de Hanon exercícios é que os alunos que perfurar em resultados puramente exercícios físicos em uma atitude dissonante mecanicista em direção ao piano. Os críticos argumentam que a prática de uma maneira dissonante atrapalha o instinto musical, Concordo em partes porque cada aluno tem uma forma de se ensinar e nem todos tem a paciência de pega 60 exercícios. Querem uma coisa rápida pra ontem mais indico alguns destes exercícios sim porque vão dar mais força agilidade pra quem quer pegar mais técnica no instrumento. Sou da seguinte opinião pegue e já utilize em qualquer situação tudo é adaptável. Procure focar na idéia! Uma armadilha é que a prática dos exercícios Hanon através de repetição infinita gastando mais tempo só com isso. Não há nada mais Frustrante do que anulando horas gastas de estudo.
Aqui estão alguns exercícios: mãos a obra.




De prache aqui vai uma grande pianista Silvia Goes!!


Um abraço!!

sábado, 25 de setembro de 2010

A figura mitológica de Louis Armstrong.





















OLÁ pessoal venho novamente aqui fala de um grande instrumentista de jazz  também meu xará rsrs.. Louis Daniel Armstrong. Então não vou ficar aqui falando sobre sua biografia que você pode procurar isto na internet, mais vou falar do instrumentista que conheço um pouquinho afinal sua discografia é imensa mais vou tentar falar desta grande personalidade que alcançou grande êxito tanto em sua área de atuação, no caso sua música, quanto como ser humano.


É difícil caracterizar um só motivo para toda a fama de Armstrong, de proporções praticamente mitológicas, plenamente merecidas. Ele praticamente caracterizou uma nova forma de fazer jazz, tornando-se seu primeiro grande virtuose. Como instrumentista, Armstrong expandiu os limites de seu instrumento ao ampliar a extensão do trompete até notas consideradas inacessíveis aos executantes anteriores, de tão agudas. Seu som é límpido, quente e penetrante, aliado a um [vibrato] absolutamente regular nos finais de frases, como poucos na história do jazz. Seu fraseado é admiravelmente focalizado e, acima de tudo, inventivo: Armstrong inicia e termina suas frases em pontos que nunca são previsíveis. Ao improvisar, parece não possuir limites. A maioria dos trompetistas que vieram depois de Armstrong o tem como ídolo e ícone de seu instrumento. Aconselho você ou qualquer instrumentista a ouvir esse cara e suas melodias ele tocava com amor seu instrumento como poucos. Veja, ou melhor, escute suas canções e perceba bem suas notas todas eram limpas sem nenhuma sujeira.
Seu timbre rouco e grave com certeza seria considerado impróprio para qualquer outro gênero musical. A entonação e o modo como Armstrong construía suas frases musicais aliando uma pegada perfeita, sensibilidade para cada nota e seu poder de organização dentro da divisão quebrada característica do jazz são fatos marcantes.
Se Armstrong não tivesse existido, o jazz não seria reconhecido como é: um modo universal de expressão musical". A frase, uma unanimidade entre os críticos mais exigentes, mostra o reconhecido do talento do solista de trompete e corneta da Era do Blues e posteriormente, do jazz.




Aqui vai algumas frases desse grande mestre:

"Os músicos não se aposentam, param quando não há mais música em seu interior. "

“Nunca toque uma coisa do mesmo jeito duas vezes”
  
Tenho uma regra para qualquer pessoa Se você não me tratar bem, a vergonha é sua.


Com diversos hits gravados, incluindo "Stardust", "What a Wonderful World", "When The Saints Go Marching In", "Dream a Little Dream of Me", "Ain't Misbehavin'", "Stompin' at the Savoy", "We Have All the Time in the World" (da trilha de James Bond), é inegável o também sucesso como cantor de Louis Armstrong. Porém, dentre todas as composições, "What a Wonderful World" é talvez a que mais emocione, tanto pela belíssima letra, quanto pela interpretação única e magnífica de Louis.
Louis Armstrong morreu de ataque cardíaco em 6 de Julho de 1971 com a idade de 69 em Corona, Queens, Nova Iorque, 11 meses após tocar o seu último solo na Sala Imperial do Waldorf Astoria.
As suas últimas palavras foram: "I had my trumpet, I had a beautiful life, I had a family, I had Jazz. Now I am complete." ("Eu tive o meu trompete, uma vida linda, uma família, o Jazz. Agora estou completo.")
Falar mais o que né!! Ouça.
  ( Daniel Vacani )





sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Baixo elétrico

 Baixo elétrico chamado também de contrabaixo elétrico, viola baixo ou simplesmente baixo é um instrumento de cordas semelhante a uma guitarrra , maior em tamanho e com um som mais grave. A evolução do contrabaixo acústico é utilizada por diversos gêneros musicais modernos.
O baixo elétrico tradicional e popular que a maioria das bandas de rock usam é muito similar a uma guitarra elétrica, mas com o corpo maior, um braço mais longo e uma escala mais extensa. Em geral, os baixos elétricos mais comuns possuem quatro cordas, e estas são afinadas, tradicionalmente, da mesma maneira que os contrabaixos de orquestra, sendo as mesmas notas que as quatro cordas finais de uma guitarra (Mi, Lá, Ré, e Sol), mas cada uma destas cordas são afinadas uma oitava mais graves, em tom, do que a guitarra. Os fins de evitar o uso excessivo de linhas suplementares inferior na pauta da partitura, a notação musical do baixo/contrabaixo é feita na clave de baixo (em Fá) e a anotação, em si, das notas musicais deve ser feita em transposição de uma oitava acima, relativamente ao som que o baixo deve emitir. Isto é, o som do baixo quando lendo de uma partitura para baixo, vai soar uma oitava mais grave do que as notas escritas na pauta. Similarmente a uma guitarra, para se tocar o baixo elétrico com seu potencial sonoro total, este é conectado a um amplificador específico para contrabaixos; isto é essencial para as apresentações ao vivo, uma vez que o som do baixo elétrico sem amplificação é demasiadamente baixo por via de ele ter um corpo sólido.

A historia

Os anos 50, o grande problema dos contrabaixistas da época era o transporte de seu instrumento, delicado (por ser feito de madeira) e extremamente pesado, até que no ano de 1951 um técnico em eletrônica de 42 anos chamado Leo Fender criou o baixo elétrico. O instrumento, batizado de Precision, ficou rapidamente conhecido como Fender Bass. Seu modelo era mais dinâmico e diferente do que o modelo do contrabaixo clássico.
O primeiro baixista a se apresentar com o Precision foi William "Monk" Montgomery (irmão mais velho do guitarrista de jazz chamado  Wes Montgomery) em turnês ao vivo com a banda de jazz de Lionel Hampton. Bill Black, que tocava baixo na banda de Elvis Presley, adotou o Fender Precision em 1957.
Como na guitarra elétrica, as vibrações nas cordas causam um sinal elétrico a ser criado nos captadores, que são amplificados e reproduzidos por meio de um amplificador. Vários componentes elétricos e configurações do amplificador podem ser usados para alterar o timbre do instrumento.

Exercícios:


Este exercício serve para melhorar o desempenho da mão esquerda, deixando-a mais solta e mais precisa. 

É um exercício essencial para todos os baixistas e deve ser feito sempre o maior número de vezes possíveis e pode ser usado como aquecimento para apresentações e ensaios 

O exercício é bastante simples, deve se tocar a tablatura abaixo, movendo um dedo da mão esquerda de cada vez. 

G|--------------|--------------|----------------|--1--2--3--4--| 
D|--------------|--------------|--1--2--3--4--|----------------|
 
A|--------------|--1--2--3--4--|--------------|----------------|
 
E|--1--2--3--4--|--------------|--------------|----------------|
 

G|--------------|--------------|-----------------|
 
D|--4--3--2--1--|--------------|--------------.|
 
A|--------------|--4--3--2--1--|--------------.|
 
E|--------------|--------------|--4--3--2--1---|
 
 
É fundamental que não sejam movidos mais de um dedo de cada vez, no início será difícil fazer isso, mas com a prática, ficará facil. 

Devem ser utilizados os 4 dedos da mão esquerda para praticar este exercício, sempre utilizando 1 dedo para cada casa. 

Casa 1 - indicador 
Casa 2 - médio 
Casa 3 - anelar 
Casa 4 – mínimo

OBs: Sempre alternar os dedos da mão direita I e M pra se obter velocidade, pode parecer bobo esse exercício e simples mais ele que vai criar resistência nos seus dedos inclusive no dedo 4 que é o mais fraco de todos.




 Estudem e boa sorte!!

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Magia sonora do didjeridoo!! VAI ENCARAR?


O didjeridoo é um instrumento de sopro oriundo das tribos aborígenes australianas. Tradicionalmente, é um tronco longo de eucalipto ou de bambu oco por acção das térmitas. Tem um som característico e pode variar entre a austeridade tímbrica e a suavidade mística. O didjeridoo está longe de se restringir à música étnica, uma vez que tem sido utilizado (e continua a ser) em muitos grupos de música e gêneros musicais ocidentais.
Aliás, é um instrumento tão popular como o djambé. Apesar de não parecer, tocar didjeridoo não é fácil e requer treino persistente, sobretudo para o músico conseguir controlar a chamada técnica de "respiração circular", que permite emitir sons de forma contínua: expira-se com a boca e inspira-se pelo nariz ao mesmo tempo.
Em Portugal há um excelente executante deste instrumento australiano: faz parte do grupo Olivetree, um trio de músicos constituído por um tocador de didjeridoo, um baterista e um percussionista. Os seus concertos ao vivo são uma verdadeira e alucinada celebração rítmica (como se fosse drum'n'bass tribal). Por esse mundo fora há muitos músicos que tocam didjeridoo, de forma amadora ou profissional. Um dos maiores especialistas no didjeridoo é Stephen Kent, um músico australiano que fez parte do grupo Trance Mission. No vídeo que se segue podemos vê-lo a tocar com o baterista americano Tony Royster jr., um jovem e talentoso músico de 23 anos (começou aos 10!).
A junção dos sons graves e ondulantes do didjeridoo com os ritmos da percussão conferem uma proposta musical deveras inusitada e contagiante.


Esse instrumento é considerado multifônico.

O que são multifônicos?
O termo “multifônicos” é contestado frequentemente, mas na maioria das vezes, refere-se a tocar duas ou mais alturas ao mesmo tempo num instrumento que se espera tocar apenas uma nota. Existem algumas maneiras diferentes para criar esse efeito. Um dos mais comuns é o de cantar enquanto se toca um instrumento. Este é o método utilizado pelos instrumentistas de metais para criar multifônicos.

Do Oriente para o Ocidente

O conceito sobre os  multifônicos é, na realidade, muito antigo. Foi pioneiro no didgeridoo (ou didjeridu), um instrumento aborígene do norte da Austrália. O didgeridoo, dito ter entre dois a quatro mil anos, é um instrumento de palheta e não é de fato um antecessor dos instrumentos de metais ocidentais que conhecemos hoje. Possui uma história inteiramente independente e só agora se juntou à música ocidental. 

Tocando o didjeridu

O didjeridu é tocado com a contínua vibração dos lábios para produzir o zumbido enquanto é usada uma técnica especial de respiração chamada respiração circular. Esta exige a respiração através do nariz enquanto que, ao mesmo tempo, a expiração deve ser feita pela boca usando a língua e as bochechas. Para um tocador experiente, a técnica da respiração circular permite que ele renove o ar de seus pulmões mantendo uma nota pelo tempo que o mesmo desejar.




terça-feira, 21 de setembro de 2010

ESCALA NATURAL e agora pra onde eu vou?




A Escala é uma seqüência de sons ascendentes(executado dos sons graves para o agudo, ou seja, da esquerda para direita) ou descendentes(executado dos sons agudos para os graves, ou seja, da direita para a esquerda). A escala que vou utilizar é formada por 7 notas e após a ultima nota da escala, volta para a 1ª nota, só que com o som diferente(mais agudo ou mais grave).
Para você entender melhor sobre escala musical, eu proponho que você veja a figura das teclas do teclado musical, porque é mais fácil lembrar… Depois, é só adaptar para o braço do violão(veremos adiante). Veja a figura:


Como escrevi anteriormente em outro artigo, as teclas brancas são as notas naturais(DÓ, RÉ, MI, FÁ, SOL, LÁ e SI) e as teclas pretas são os acidentes(sustenido “#” e bemol “b“). Só pra não esquecer, as notas musicais são no total 12 notas, sendo 7 notas naturais e 5 acidentes(os sustenidos e bemóis tem sons iguais. Veja na postagem anterior).
Essa figura do teclado destaca bem que após a sucessão das 7 notas, volta para a nota que inicia. Fique claro que, as teclas da esquerda tem sons mais “graves” que as teclas da direita, que tem sons mais “agudos” e são divididas de 8 em 8(contando da 1ª nota para a 8ª nota, que é a mesma).
Obs.: Não esqueça! Os sons da esquerda, são mais graves que o da direita.
Vamos utilizar a escala de DÓ, para dar um exemplo. O 1° Dó, tem o som mais grave que o 2° Dó e assim por diante… Se você pega-se a nota RÉ para formar a escala, do 1°Ré para o 2° Ré haverá a mesma alteração de som(grave e agudo).
Este foi um super resumo de Escala musical, porque é uma prévia do próximo artigo. Só para deixar você curioso(a), existe bastante tipos de escalas. Essa escala que utilizei(DÓ, RÉ, MI, FÁ, SOL, LÁ e SI), é chamada de “escala natural” por não ter nenhum acidente musical(sustenido ou bemol). Logo mais vou colocar os outros tipos de escala musical, desde Escala Cromática, Escalas Pentatônicas, Escala Pentatônica Blues, escala menor modos gregos, etc…
Não deixem de acessar, como esse assunto é extenso e abrange vários outros temas, vou cortar aqui, adaptar ali, e aos poucos fica completo o assunto.

uma boa  sorte!!!

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Escala pentatônica maior


Denominam-se escalas pentatônicas, em música, ao conjunto de todas as escalas formadas por cinco notas ou tons. As mais usadas são as pentatônicas menores e as maiores, que podem ser ouvidas em estilos musicais como o blues, o rock e a música popular. Muitos músicos denominam-na simplesmente de penta.

História

Afirma-se que surgiu na China, por algum músico que reuniu as divisões melódicas propostas por Pitágoras, que descobriu que, se uma corda gerava uma nota "x" e fosse dividida ao meio, geraria a mesma nota porém uma oitava acima, ou dividida em 3 gerando outro intervalo harmônico e assim sucessivamente. Foi o início da harmonia na música.
A escala pentatônica organizada com as divisões em três propostas por Pitágoras, era gerada em seis intervalos distintos: si, dó, ré, mi, sol, lá. A proximidade da nota si para a nota dó era muita e, quando tocadas juntas, geravam uma "dissonância". Por essa razão foi retirada a nota si desta escala, sendo formada a escala de 5 sons.

Pentatônica maior

A escala pentatônica maior, mais usada, é aquela derivada da escala maior (ou jônica, iônica) quando tiramos o 4º e o 7º grau. Exemplo de escala pentatônica maior em Dó . Dó Ré Mi Sol La  repare que as as notas F (Fá) e B (Si) da escala maior natural foram suprimidas.
T 2 3+ 5 6 ⇒ graus da escala

Obs: qualquer escala de 5 notas com a terça maior poderia ser considerada como uma pentatônica maior, porém esta é a forma mais comum.

A pentatônica maior é uma escala de origem oriental, provavelmente chinesa, e constituída por cinco notas, daí seu nome.
Ela tem sonoridade plana e flutuante e se diferencia dos modos gregorianos, não tendo o intervalo de trítono. Em nossa lição de hoje vamos aprender a pentatônica de G maior, formada por F 2 3 5 6, que, respectivamente, serão as notas SOL LA SI RE MI



Pentatônica com Blue Note
Adicionando um intervalo de #2 à pentâtonica, criamos uma sonoridade Bluesy muito utilizada em solos de rock e blues. Nossa escala ficaria assim F 2 2# 3 5 6, respectivamente, com as notas sol la la# si re mi.

 Logo postarei com exercicios.
até mais..