Páginas1

segunda-feira, 25 de julho de 2011

Cordas pra que te quero!


Eu e a minha testemunha ocular
Não é apenas um passa tempo, um descanso, uma fuga
A musica esta incluída em um dos maiores prazeres da minha vida.
 
Ela é uma arte e a historia desse mundo uma coisa divina e infinita.
O entendimento de um tempo, onde alcança o presente passado e futuro a musica é a parte social da historia é o que de certa forma consta em quase tudo. Ela tem o poder de trazer lembranças ela traz referências, deixa cicatrizes, nostalgia, paz e alegria é a relação direta mente e alma que aproxima-nos de Deus sua criação.

Música é a coisa mais antiga que existe acredite é celestial ! Não se sabe quantos trilhões de anos tem, mais pode ter certeza é mais velha que a terra e todos nois .
Eu sou um amante da musica independente do estilo,tempo,assunto e instrumento
sou fã do toque verdadeiro que toca a alma e o espírito, que vai além, sou fã da boa música. Que canta e encanta música da paz.

Abraços a todos

Música é expressão e vida interior.
( Daniel Vacani )

sexta-feira, 22 de julho de 2011

As benditas pentatonicas!!

Bom aqui vão algumas pentatônicas das milhares de opções que podemos combinar! Elas que são a salvação de muitos guitarristas por ser facil de decorar e de aplicar porque não tem notas a serem evitadas. Boa sorte abraço

sexta-feira, 24 de junho de 2011

Acompanhamento Rítmico no Jazz - Pop - Rock - blues.

Uma vez que tenha decidido que notas quer tocar, você precisa decidir quando tocá-las. Não dá para tocar simplesmente semibreves ou mínimas; o seu acompanhamento precisa em geral ser ritmicamente interessante, sem no entanto distrair o solista ou o ouvinte.

Há poucas instruções que possam ser dadas para se tocar acompanhamento com ritmo. Como há muito pouca teoria em que se escorar, a primeira fração de conselho que eu posso dar é ouvir a outros músicos de acompanhamento. Com muita frequência, tendemos a ignorar todos, exceto o solista. Lembre-se de escolher álbuns que tenham músicos que, além de fazer o acompanhamento, façam solos instrumentais. Entre os pianistas a serem ouvidos no Jazz e blues devem estar Bud Powell, Thelonious Monk, Horace Silver, Bill Evans, Wynton Kelly, Herbie Hancock e McCoy Tyner. No Pop Elton john, Keith Emerson (Emerson, Lake and Palmer), Rick Wakeman (Yes), Richar Wright (Pink Floyd) e por ai vai.

Os pianistas e tecladistas devem também ouvir guitarristas e músicos de vibrafone ou xilofone; geralmente os limites desses instrumentos podem levar a ideias que você não teria de outra maneira.
Guitarristas devem ouvir pianistas, mas também guitarristas de jazz como Herb Ellis, Joe Pass, e Wes Montgomery. Geralmente, os guitarristas trabalham paralelamente aos pianistas, e o estilo deles quando há um pianista no grupo pode variar em relação a como eles tocam quando são o único instrumento harmônico no acompanhamento. Por exemplo, alguns guitarristas tocam somente acordes curtos em cada tempo se houver um pianista tocando a maior parte do material rítmico. Outros ficam de fora (param de tocar) completamente. Por esse motivo, é especialmente importante ouvir guitarristas em diferentes tipos de contexto.

O aspecto mais importante do acompanhamento na maioria dos estilos é como se comunicar com o solista. Há várias formas que essa comunicação pode assumir. Por exemplo, há a pergunta e resposta, em que você essencialmente tenta ecoar ou responder o que o solista tocou. Isso é especialmente eficiente se o solista estiver tocando frases curtas, simples, com pausas entre elas. Se o solista estiver trabalhando num motivo rítmico repetido, geralmente dá para antecipar o eco e tocar na verdade junto com o solista. Às vezes você também pode conduzir o solista a direções que de outro modo ele poderia não ter tentado. Por exemplo, você pode iniciar um motivo rítmico repetido, o que pode encorajar o solista a ecoar você. Alguns solistas gostam desse tipo de acompanhamento agressivo, outros não. Você terá que praticar com cada solista para ver até que ponto poderá conduzi-lo.

Imaginar a si próprio exercendo um papel secundário no arranjo de uma grande banda às vezes ajuda. Quando estiver confortável com uma progressão de acordes específica, e não mais tiver que se concentrar integralmente somente em tocar as notas "certas", você poderá dedicar-se ao conteúdo rítmico e até melódico de seu acompanhamento. Ouça os acompanhamentos de sopros em algumas gravações de orquestras de jazz, como as de Count Basie, para ver como o acompanhamento pode ser melódico

THELONIOUS MONK - Blue Monk

 

Pink Floyd - 1973 - Dark Side Of The Moon

 

segunda-feira, 13 de junho de 2011

Teclado / Técnicas de acompanhamento

 

O teclado é um dos instrumentos mais utilizados atualmente, por causa da sua
grande flexibilidade e diversas finalidades no mundo da música. Com um
simples teclado pode-se dispensar o acompanhamento básico de outros
componentes de um grupo musical (baterista, guitarrista, contrabaixista, etc.)


Mais eu particularmente penso que  devemos usar isso a favor da música no sentindo onde você também deve tocar e não deixar o instrumento fazer tudo dentro de uma música e o instrumentista só aperta os botões. Para isso deve se estudar bem para te uma bagagem para acompanhar, claro que existem varias formas de acompanhar do mais simples até o mais complexo. Aqui vão algumas dicas que sempre passo para os meus alunos e uso também.

A mão esquerda pode se usar os baixos que são as notas principais dos acordes a fundamental. Depois uso na mão direita permutações dos acordes chamamos de  dedos guias ( notas em comum de um acorde para o outro). Ai dependendo da música uso o que chamo de pergunta e resposta, mão esquerda e depois mão direita, uma de cada vez. Pra da um efeito mais interessante pode se usar a fundamental quinta e a oitava na mão esquerda. Vamos vê os exemplos abaixo
    Exemplo:

    Um acorde aberto abrange uma oitava, no caso de dó até dó:
    é formado por:
    a) Nota fundamental do acorde C;
    b) Quinta sol;
    c) Nota fundamental do acorde uma oitava acima dó;


    E isto serve para todos os demais acordes maiores menores.

    Mão Direita (acorde na 1a permutação)
    A mão direita tocará o mesmo acorde, no caso C, na primeira permutação, arpejado ou batido.
    a) Segunda nota do acorde (mi)
    b) Terceira nota do acorde (sol)
    c) Nota fundamental uma oitava acima (dó)


     Agora juntando as duas mãos.



    É mais ou menos isso boa sorte!

    quinta-feira, 19 de maio de 2011

    O VIOLÃO MÁGICO - RAPHAEL RABELLO


     Rafael Baptista Rabello nasceu em Petrópolis em 31 de outubro de 1962 e faleceu em 27 de abril de 1995, no Rio de Janeiro. Apesar de sua curta carreira, Raphael (conforme a grafia que ele mais tarde adotaria) conseguiu se tornar uma lenda e um ícone do violão brasileiro, cuja influência sobre as novas gerações está mais viva do que nunca. Ele era um arranjador e violonista extremamente requisitado pela elite da MPB e fez mais de 400 gravações como acompanhante.

    Ele nasceu em uma família musical e sua principal influência foi o Choro tradicional. Como resultado, ele era um improvisador por natureza e também começou a tocar violão de 7 inspirado por Dino 7 Cordas. Embora Raphael tocasse em um 6 cordas a maior parte do tempo, o que ele fez pelo violão de 7 foi tão significativo que ele passou a ser considerado um marco na história do instrumento.

    Raphael recebeu influência de uma variedade muito eclética de músicos que incluíam os eruditos Villa-Lobos e Radamés Gnattali, chorões como Dino 7 Cordas, Garoto, Dilermando Reis e João Pernambuco, compositores populares como Tom Jobim e Capiba, bem como o espanhol Paco de Lucia. O resultado foi uma musicalidade única e forte, era muito fácil reconhecer Raphael tocando logo no primeiro acorde.



    Lembro até hoje na primeira vez que ouvi o Raphael tocar tinha 13 anos , fiquei fascinado por aquele toque não sabia que era possível tocar um violão dessa forma. Seu acompanhamento era muito bonito era mágico, vendo ó tocar parecia fácil o violão em suas mãos não era um sacrifício mais ele interagia com ele parece que fazia parte do seu corpo. Mais lembro que meu irmão me mostrou uma fita cassete com ele interpretando a obra de Dilermando Reis, não parei mais de ouvir tinha todas as ordens das músicas na cabeça. Depois comecei a procurar por sua obra, comprei uma outra fita dele com Deo rian interpretando músicas clássicas violão e bandolim da ai pra frente não parei mais. Até hoje ainda escuto coisas dele que antes passavam despercebido é vejo que bom gosto ele tinha e a sensibilidade de escolher cada nota, cada acorde, cada baixo e cada frase bem colocada. Pode ate ser pretensão minha mais não existiu e nem vai existir um outro Raphael Rabello e se existir só daqui a duzentos anos.

    quarta-feira, 18 de maio de 2011

    Pozzoli - Ditado Rítmico

    Aqui no Brasil, o livro mais utilizado para estudo rítmico é o Pozzoli. É muito usado em aulas de teoria músical, ajudando a evoluir a percepção rítmica, e também em aulas de bateria ou percussão.


    O valor do Pozzoli está mais nos seus exercícios de Ditado Rítmico do que na explicação que ele dá, por isso é bom você usar ele já sabendo o básico de ritmo. Leia o Pozzoli aqui embaixo (se não tiver aparecendo, clique em  ou faça o download aqui.
                                                                                2ª Série

                                                                          3ª Série

    Boa sorte!!

    quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

    ACORDES DIMINUTOS:


    Acordes Diminutos:
    Um acorde diminuto é um acorde menor com uma 5ª diminuída. Ou seja, o primeiro intervalo é menor como num acorde menor normal, porém o segundo intervalo também é menor. Vamos usar novamente a escala de Dó como exemplo:






    O primeiro intervalo é menor: mib (m3)
    O segundo intervalo também é menor: m3  + (3 meios tons) = b5 (solb)
    Assim, o acorde diminuto de DÓ é construído com as notas Dó, Mi bemol e Sol bemol. Como todos os acordes a sua estrutura é F m3 m5.

    A ditância entre a “I”(primeira) e a “III”(terceira) tem que ter 1tom e meio. Então soma-se: DÓ# + + MIb = 1tom e meio. Fica sendo a “III”(terceira), um MIb.
    A distância entre a “III”(terceira) e a “V”(quinta) também tem que ter 1tom e meio. Então soma-se: MI + + SOLb = 1tom e meio. Fica sendo a “V”(quinta) a nota SOLb.

    A simbologia mais comum para acordes diminutos é o simbolo º,  Cº , Dº , etc. Porém é também utilizada por vezes a designação "dim": Cdim, Ddim etc. A designação dos acordes diminutos gera bastante confusão, porque o simbolo "º" ou o simbolo "dim" são por vezes utilizados para a designação de acordes diminutos, a forma dim é americana.
    Porém basta lembrar que usar essa forma de cifragem é só para acorde com setima, porque a triade diminuta e cifrada: Cm(5b) que e menos usual.

    Essa é forma de ve o acorde diminuto na cifragem, mais na sonoridade é outra coisa
    mais isso é uma outra história até lá.