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segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

MELODIA – EM QUE PLANO ELA FICA?


Já postamos muitas coisas sobre melodia nesse blog mais aqui vai uma lembrança. Melodia é a combinação de sons tocado um após o outro, ou seja, é um ator principal dentro de uma música. Mais a questão hoje seria falar sobre música que ouvimos no nosso cotidiano ou durante nossa vida. Ha músicas de varias formas de expressão e artistas diferentes um do outro, como gostos e preferências também. Essas Preferências musicais que às vezes chegam ser bem peculiar dependendo de cada um. Mais a questão principal é a melodia dentro desse panorama todo.

Já ouvir muitas musicas sendo interpretadas por pessoas diferentes, que as vezes você ouvindo fica lindo, depois vai escutar o original e não acreditam que é daquele compositor que você não gostava. E já ouvi varias vezes: de alunos e amigos.
há não gosto do Roberto Carlos! Não gosto do Peninha, ou de fulano e sicrano. Mais gosta de Ivete Sangalo cantando a musica dele, ou a música sozinho que Caetano gravou do Peninha. Enfim não param pra apreciar, o que é uma pena. Julgam o artista pela voz, e não pela composição, artistas que muitas das vezes não tem uma voz bonita, mais é um grande compositor. Então devemos avaliar a música toda em questão. O caminho proposto pela idéia da melodia  que é o mais importante. Mais a cabeça aberta pra ouvi e muito bom até para julgar alguma coisa.

Isso acontece porque as pessoas escutam muitas das vezes músicas com pressa, e na pressa deixam a essência da melodia em ultimo plano.
Acabam se ligando muito só na voz do cantor e arranjos muito bem elaborados, que fazem claro toda a diferença dentro de uma música, mais não é tudo. Pare e escute as musicas ao seu redor com mais atenção, o fator principal de uma boa avaliação esta na arte de ouvir, e ouvir bem é uma arte que muita das vezes não temos essa sensibilidade. 
( Daniel Vacani )

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Como são feitas as cordas da Guitarra e Violão


Bom aqui vai um video de como são feitas as cordas de violão e guitarra. Interessante!
Como são fabricadas, até chegar a sua forma original padrão de altura e afinação de cada uma.
Vale a pena conferir.

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

ELIS REGINA - A sensibilidade de uma garimpeira.


Elis Regina Mulher de gênio forte, decidida, com um dom tremendo para cantar e passar uma sensibilidade em suas interpretações, pode se dizer uma "garimpeira" da música brasileira. Tinha um potencia na voz, onde cantar para ela era uma brincadeira, no palco era o seu lugar. Ela inovou os espetáculos musicais no país e era capaz de demonstrar emoções tão contrárias, como a melancolia e a felicidade, numa mesma apresentação ou numa mesma música.

Elis Regina aventurou-se por muitos gêneros; da MPB, passando pela bossa nova, o samba, o rock ao jazz. Interpretando canções como "Madalena", "Como Nossos Pais", "O Bêbado e a Equilibrista", que ainda continuam famosas e memoráveis, registrou momentos de felicidade, amor, tristeza, patriotismo e ditadura militar no país. Ao longo de toda sua carreira, cantou canções de músicos até então pouco conhecidos, como Milton Nascimento, Ivan Lins, Renato Teixeira, Aldir Blanc, João Bosco, ajudando a lançá-los e a divulgar suas obras, impulsionando-os no cenário musical brasileiro. Entre outras parcerias, são célebres os duetos que teve com Jair Rodrigues, Tom Jobim, Simonal, Rita Lee, Chico Buarque.

 Uma das músicas era "Romaria", que Elis gravou em 1977 e transformou-se num dos pontos altos de sua carreira. O contato com Elis mudou a vida de Renato Teixeira.

"Naquela época, ele havia desistido da carreira musical e virou publicitário. Estava compondo pra ele mesmo, sem preocupação se ia fazer sucesso ou não". Depois do sucesso de 'Romaria, Renato passou a recebe mais convites e a também gravar seus próprios discos."  Guilherme Arantes também foi privilegiado Elis ligou para ele pedindo uma música sua para gravar. Diz ele, "Ela me deu uma tarefa: fazer uma canção para estourar nas rádios". O resultado foi "Aprendendo a Jogar".
Ele já era um cantor conhecido no Brasil por causa de músicas como "Amanhã", mas após passar pela voz de Elis ele mudou de patamar.
"Ela deu um upgrade na minha carreira. E na minha vida", afirma. "De repente, as portas se abriram. Outras cantoras passaram a me procurar. E pessoas que não respeitavam o meu trabalho passaram a respeitar."

Entre as pessoas que tocaram com ela, os elogios também são a norma. "Ela deixava os músicos criarem. Por isso mesmo, ela também apertava. Exigia conhecimento e criatividade, porque na hora H ela te largava sozinho para se virar", diz Dudu Portes, baterista da cantora nos anos 1970.

O reverso da moeda era a possessividade de Elis. "Ela falava: eu revelei, eu criei, eu inventei", explica Dudu. "Era tão apegada que, quando descobria que estávamos fazendo gravações para outros artistas, ficava com um bico enorme. Teve até caso de entrar em estúdio e rodar a baiana", completa. "Era um amor possessivo, mas muito gostoso. Com a Elis, a coisa era de verdade. Tanto que todo mundo queria tocar com ela."

Um pena uma cantora tão jovem te morrido aos 36 anos de idade, Elis Regina, então uma mulher sofrida e martirizada por problemas pessoais, faleceu no dia 19 de janeiro de 1982, segundo foi revelado depois, por complicações decorrentes de uma overdose de cocaína, tranquilizantes e bebida alcoólica.  Aqui vai minha homenagem a essa grande mulher que considero a melhor cantora brasileira de todos os tempos.





quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

A ARTE ESCONDIDA - Sonoridade triste ou alegre?

                 Forma da escala menor
 



                                                  Obs:  Arte acima Nascer do Sol - Claude Monet   

sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

O GRANDE MAESTRO DA SUA VIDA!!

Hoje quero falar de um grande homem acima de todos o grande Maestro de todos em nossas vidas Jesus Cristo

Em cada uma das suas parábolas e em cada circunstância que vivia conduzia seus discípulos para dentro da prática das funções mais importantes da inteligência. Entre essas situações estava a do respeito incondicional pelo homem. Por isso não pressionava ninguém a segui-lo. Queria o coração e não o serviço. Queria, apenas, que aprendessem a amar. Sabia que o amor era a fonte da motivação. Tinha convicção de que esse sentimento era uma fonte excelente de mudanças das matrizes da memória e de transformação interior. O Mestre da Vida era um rei sem trono político, era um rei que tinha aprendido a reinar na alma humana. Quem ama respeita o espetáculo da vida.

 "O homem Jesus foi perfeito em todos os aspectos de sua vida e para expor os aspectos psicológicos desse homem ímpar foi usado o símbolo do cordeiro que é dócil até quando está morrendo. Jesus, contrariando os paradigmas da psicologia, demonstrou uma doçura e amabilidade inimagináveis na cruz.

 Por isso acho que as pessoas devem fazer aquilo que gostam, claro tudo com bom senso. É importante lembrar que o tempo passa muito rápido, por isso não perca tempo com coisas fúteis. Dedique seu tempo, que é precioso, para construir algo produtivo para você. O tempo que você dedica a Deus é o tempo que você se dedica a si mesmo.

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

CAMINHOS DIFERENTES


 Essa técnica ainda não é tão popular ainda, é um jeito diferente de tocar o violão batendo nas cordas com a articulação brusca e rápida, o mais impressionante é a forma que ela é executada, pois não tem uma técnica especifica e clara, pois o violão se tornar além de um instrumento harmônico abre o horizonte para o som percussivo.

Os americanos chamariam essa técnica de Fingerstyle é a técnica de violão na qual se toca as cordas diretamente com as pontas dos dedos, com as unhas ou com dedeiras; ao invés de tocar palhetando (tocando notas individualmente com uma única palheta) ou tocando acordes com batidas. O termo é frequentemente usado como sinônimo de dedilhado (mesmo que dedilhar possa se referir também a uma técnica específica). Acredito que vai um pouquinho além porque não é só dedilhar mais tudo se mistura.

É curioso observar que o som tirado misturam acordes, arpejos e outros elementos como harmônicos artificiais, hammer on, pull off, abafamento o famoso pizzicato entre outras. A utilização do corpo do violão como percussão é fundamental nessa técnica. Pode se observar até a utilização do slap técnica do contrabaixo e afinações diferentes
do violão convencional.

Os percussores dessas idéias que foram avançando tem o Lenny Breau com seus harmônicos naturais misturando ao seus belos acordes, Michael Heages com afinação alternativas a batidas no violão. E Tommy Emmanuel com elementos espanhóis com o pizzicato somando as puxadas percussivas.

Abaixo mostro o link de 15 grandes músicos confira.

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

MILES DAVIS - Reinventando o Jazz


Considerado um dos músicos mais influentes do Jazz, Miles Davis foi responsável pela criação e desenvolvimento de diversos sub-gêneros do jazz, como o bebop e o fusion, ele estava sempre na vanguarda dos estilos de jazz desenvolvidos pós meados do século XX como o jazz modal, o cool jazz e o fusion jazz.

Marrento, doidão e imprevisível, seu trompete genial foi um sopro de renovação permanente do jazz, com as suas fusões com o Funk, o Rock, a Bossa Nova, a música clássica e o Hip Hop.
Como trompetista Davis tinha um som puro e claro, mas também uma incomum liberdade de articulação e altura. Ele ficou conhecido por ter um registro baixo e minimalista de tocar, mas também era capaz de conseguir alta complexidade e técnica com seu trompete
Já no início dos anos 1960, Miles explorou o jazz modal. Com combinações harmônicas mais livres do que a harmonia tonal tradicional, o improviso levou mais em consideração os acordes do que a melodia. Paralelamente, retomou a colaboração com Gil Evans para gravar com orquestra.
No final dos anos 60, Miles se dedicou a fundir jazz e rock. O jazz-rock nasceu, assim, com o revolucionário álbum duplo de 1969, "Bitches Brew". Essa fase durou até 1972, quando o músico afrontou ainda mais os puristas do jazz ao se aproximar do funk e do hip-hop. Nos anos 1970 e 1980, o acid jazz misturou rap e dance music sem descambar para o som comercial.  Várias de suas doenças, entre problemas pulmonares, circulatórios e diabetes foram atribuídos a esse vício por seus amigos. Ele mesmo admitiu seu estado precário de saúde, em sua última entrevista, no jornal francês "Le Monde", em junho de 1991. Morreu três meses depois, de infarto, pneumonia e deficiência respiratória.

Miles apesar de todo seu gênio dificil de se dar, não apaga seu talento e ousadia diante da sua música. Um visionário a frente de sua época, veja abaixo um pouquinho de seu tipo de som, um abraço.